Quer captar recursos para sua OSC? Então monte sua campanha com estratégia.

11 de abril de 2025

Se você faz parte de uma Organização da Sociedade Civil e está buscando formas eficazes de captar recursos, temos uma dica valiosa: campanhas bem planejadas funcionam, seja no online ou no offline.

E isso não é só teoria. É realidade.

Planejamento não é luxo. É o que transforma intenção em resultado.
Organizações como o ChildFund Brasil captaram milhões por meio de campanhas estruturadas, com começo, meio e fim bem definidos. Plataformas como a Kickante já movimentaram mais de R$300 milhões em doações no Brasil. Ou seja: com clareza, processo e estratégia, a captação acontece de verdade.

Comece com um objetivo claro
Toda boa campanha de captação começa com uma pergunta simples:
Pra quê você quer captar?

A partir dela, você precisa definir:

  • Quanto você precisa?
  • Em quanto tempo?
  • Para qual finalidade?
Sem clareza, não há confiança. E sem confiança, não há doação.

Estruture como vai captar

Você vai captar recursos por onde?

  • Pix?
  • Plataforma de doação?
  • Evento beneficente?
E mais importante: como o doador vai saber que pode confiar?

A transparência, aliada à praticidade, é um dos principais fatores que aumentam a conversão.

A contabilidade precisa estar dentro da campanha

Sim, a contabilidade faz parte da captação!
Pergunte-se:

  • Como os recursos arrecadados serão registrados?
  • Você vai emitir recibo de doação?
  • Existe algum imposto envolvido?
Se a campanha não está alinhada com a contabilidade da organização, ela pode virar dor de cabeça no futuro.

A campanha começa antes… e termina depois

Planeje todas as etapas com cuidado:

  • Como será feita a divulgação?
  • Como você vai agradecer os doadores?
  • Como irá prestar contas de forma transparente?
Cada uma dessas ações compõe a experiência do doador , e uma boa experiência gera novas doações no futuro.

Conclusão
Campanhas mal planejadas não apenas deixam de captar recursos. Elas comprometem a confiança em toda a organização.

Salve este conteúdo e compartilhe com sua equipe para construir campanhas que realmente funcionam.
E se quiser apoio na parte contábil, estamos aqui para ajudar você a crescer com segurança, clareza e impacto.
Por Grace Almeida • 22 de outubro de 2026
Conheça as mudanças no limite de faturamento MEI, na contratação de empregados na remissão de débitos e nas licitações públicas.
Por Grace Almeida • 18 de agosto de 2026
Locação de Imóveis por Entidades Imunes
Por Grace Almeida • 13 de agosto de 2026
Edital SME São Paulo 2026 seleciona OSCs para atuar em escolas municipais, com parcerias de até R$ 34,4 milhões e duração de cinco anos.
Por Grace Almeida • 12 de agosto de 2026
Muita gente está ouvindo falar no “imposto dos super-ricos” e pensando: “Isso não é para mim.”
Por Grace Almeida • 24 de julho de 2026
A morte do pequeno Abdoulaye, de apenas 1 ano, em uma creche de São Paulo, provocou comoção em todo o país e reacendeu um debate que ultrapassa as circunstâncias específicas do caso.
Por Grace Almeida • 20 de julho de 2026
A Instrução Normativa RFB nº 2.335/2026, publicada em 15 de julho de 2026, trouxe duas mudanças importantes para as entidades sem fins lucrativos.
Por Grace Almeida • 7 de julho de 2026
Se liga nessas oportunidades, uma delas pode ser para a sua osc!
Por Grace Almeida • 9 de junho de 2026
Qualquer entidade sem fins lucrativos Qualquer entidade sem fins lucrativos tem direito à isenção de IRPJ e CSLL independentemente de sua qualificação.
Por Grace Almeida • 4 de maio de 2026
Decisão sobre plataformas digitais e imunidade de livros, jornais e periódicos
Por Grace Almeida • 28 de abril de 2026
O documento cria o Cadastro Municipal de Organizações de Assistência Social (CADSMADS), que passa a ser requisito essencial para participação em parcerias com o poder público. A norma define critérios técnicos, administrativos e legais para o reconhecimento do mérito social, que atesta a regularidade, capacidade operacional e impacto das organizações. Também regulamenta os processos de inscrição, renovação, suspensão e cancelamento do cadastro, além de padronizar a análise por meio de visitas técnicas, relatórios e pareceres especializados. Outro ponto central é a exigência de transparência, gratuidade dos serviços e alinhamento com as diretrizes do SUAS, garantindo que as organizações atuem de forma inclusiva e voltada à população em situação de vulnerabilidade. A portaria ainda reforça o uso de sistemas digitais (SEI e SISORG) para gestão e acompanhamento das entidades. Em síntese, a medida moderniza e torna mais rigoroso o controle, a qualificação e o monitoramento das organizações da sociedade civil que atuam na assistência social no município. Acesse a portaria completa acessando abaixo: Por Grace Almeida Bispo