Reforma tributária, aluguel virou serviço?

14 de janeiro de 2026

A partir de 2026, o aluguel muda de natureza tributária no Brasil

E quem não se preparar pode pagar imposto em dobro

A Reforma Tributária trouxe uma mudança silenciosa, mas extremamente relevante para quem possui imóveis alugados: a partir de 2026, o aluguel deixa de ser tratado apenas como renda e passa a ser considerado também uma prestação de serviço.

Na prática, isso muda completamente a forma de tributação da locação de imóveis no Brasil.

Até hoje, o aluguel era tributado basicamente pelo Imposto de Renda.
Com a nova regra, ele entra também no campo dos impostos sobre consumo.
Ou seja:

Antes:
➡️ Apenas Imposto de Renda

Agora:
➡️ Imposto de Renda + impostos sobre consumo

O aluguel passa a ser alcançado por:
  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços – federal)
  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços – estadual e municipal)
Quem não entender essa virada corre o risco de pagar mais imposto do que deveria — muitas vezes sem nem perceber.

Quem será impactado?

A regra prevê isenção para quem:
  • Possui até 3 imóveis
  • Tem renda anual com aluguéis de até R$ 240 mil
Acima desses limites, a locação pode ser considerada atividade econômica, e não apenas administração patrimonial.

Isso muda o enquadramento fiscal, as obrigações e a carga tributária.

E quem já aluga como pessoa jurídica?

Aqui o alerta é ainda maior.
Hoje, quem aluga como PJ já paga:
  • IRPJ
  • CSLL
Com a nova sistemática, poderá ter que incluir também:
  • CBS
  • IBS
Ou seja, a tributação sobre a receita do aluguel pode aumentar de forma relevante, se não houver planejamento.

Imóvel parado também entra no radar

Outro ponto pouco comentado é que imóveis sem aluguel ativo também podem gerar impacto fiscal.
Um cadastro incorreto no IPTU pode provocar:
  • Reavaliação do valor venal
  • Atualização forçada do registro
  • Notificações fiscais mesmo sem renda de aluguel
  • A Receita passa a cruzar dados com mais precisão.
Não é o fim do lucro. É o fim da informalidade.

Aluguel “de família”, sem contrato formal, sem organização contábil e sem estratégia fiscal tende a se tornar cada vez mais caro e arriscado.

A fiscalização não será mais baseada apenas em denúncias.
Ela será feita por cruzamento de dados, registros e movimentações.

O que muda, na prática?
Muda a necessidade de:
  • Planejamento tributário para imóveis
  • Revisão de estrutura (PF ou PJ)
  • Regularização cadastral
  • Organização documental e contábil
  • Estratégia para reduzir impacto fiscal dentro da lei
Como a GBACont pode ajudar

Na GBA Cont, acompanhamos de perto a Reforma Tributária e ajudamos nossos clientes a:
  • Entender se serão impactados
  • Simular cenários tributários
  • Estruturar corretamente a locação
  • Evitar pagamento indevido de impostos
  • Proteger o patrimônio e a rentabilidade
👉 Fale com a GBACont e prepare seus imóveis para a nova realidade tributária.
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