O Papel Estratégico do Controle Interno nas OSCs: Uma Conversa Necessária
21 de julho de 2025
Em um cenário cada vez mais desafiador para as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), a busca por sustentabilidade, transparência e eficiência tem se tornado essencial.
Nesse contexto, um elemento muitas vezes negligenciado pode ser o grande diferencial: o controle interno.
Na GBACont, acreditamos que organizações fortes têm processos fortes.
Por isso, desenvolvemos um método exclusivo para o terceiro setor, que fortalece a gestão e amplia o impacto social por meio de práticas estruturadas. Neste artigo, vamos explicar o que é controle interno, por que ele é tão importante para as OSCs e como colocá-lo em prática de forma eficiente.
O que é controle interno?
O controle interno é um conjunto de procedimentos, práticas e políticas adotadas para garantir que a organização funcione de forma segura, transparente e em conformidade com a legislação.
Ele envolve todas as áreas: financeira, administrativa, operacional e jurídica.
Mais do que uma exigência técnica, o controle interno é uma ferramenta estratégica de gestão que permite às OSCs:
Tomar decisões mais assertivas;
Evitar desperdícios e retrabalho;
Fortalecer sua credibilidade diante de parceiros, financiadores e órgãos públicos.

O documento cria o Cadastro Municipal de Organizações de Assistência Social (CADSMADS), que passa a ser requisito essencial para participação em parcerias com o poder público. A norma define critérios técnicos, administrativos e legais para o reconhecimento do mérito social, que atesta a regularidade, capacidade operacional e impacto das organizações. Também regulamenta os processos de inscrição, renovação, suspensão e cancelamento do cadastro, além de padronizar a análise por meio de visitas técnicas, relatórios e pareceres especializados. Outro ponto central é a exigência de transparência, gratuidade dos serviços e alinhamento com as diretrizes do SUAS, garantindo que as organizações atuem de forma inclusiva e voltada à população em situação de vulnerabilidade. A portaria ainda reforça o uso de sistemas digitais (SEI e SISORG) para gestão e acompanhamento das entidades. Em síntese, a medida moderniza e torna mais rigoroso o controle, a qualificação e o monitoramento das organizações da sociedade civil que atuam na assistência social no município. Acesse a portaria completa acessando abaixo: Por Grace Almeida Bispo









